Copa do Mundo

Mesatenistas brasileiros disputam a Copa do Mundo de Equipes, evento-teste para Tóquio 2020

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Alexandre Loureiro/COB
Bruna Takahashi, Caroline Kumahara, Jessica Yamada, Gustavo Tsuboi, Vitor Ishiy e Eric Jouti formam a equipe brasileira

Bruna Takahashi, Caroline Kumahara, Jessica Yamada, Gustavo Tsuboi, Vitor Ishiy e Eric Jouti formam a equipe brasileira

A seleção brasileira de tênis de mesa encara mais um desafio a partir da noite desta terça-feira (manhã de quarta no fuso japonês): a Copa do Mundo de Equipes, no Ginásio Metropolitano de Tóquio, em Tóquio, no evento-teste da modalidade para os Jogos Olímpicos de 2020.

O Brasil conquistou a vaga nos dois naipes por ter vencido o Campeonato Pan-Americano em 2018. São doze equipes em cada um dos gêneros, divididas em quatro grupos de três. Os dois primeiros seguem adiante na disputa, em fases eliminatórias, até a decisão. Os grupos serão sorteados na madrugada desta terça.

O objetivo é uma afirmação cada vez maior no cenário internacional. O time feminino conta com força máxima para buscar uma vaga nas quartas de final: Bruna Takahashi, Caroline Kumahara e Jessica Yamada. A equipe masculina, sexta do ranking mundial, não terá a presença de Hugo Calderano, sendo composta por Gustavo Tsuboi, Vitor Ishiy e Eric Jouti.

Os brasileiros preferem não pensar e projetar os Jogos Olímpicos neste momento. Vitor Ishiy, que venceu a partida que carimbou o passaporte da equipe para os Jogos de Tóquio, no Pré-Olímpico, prefere pensar em uma coisa de cada vez.

“Por enquanto, não faz diferença ser no mesmo local, porque ainda não estou classificado para os Jogos Olímpicos. Mas é um sentimento muito bom de jogar no Japão, país que tenho descendência”.

Outro que está na briga por uma vaga na equipe olímpica e vai participar do torneio é Eric Jouti. Com Hugo Calderano confirmado em 2020, o segundo melhor colocado no ranking mundial na época da convocação garante presença no time, enquanto a terceira vaga será uma escolha do treinador. Segundo Jouti, o time pode fazer bonito sem Calderano, o sexto melhor jogador do mundo na atualidade. Em 2018, o time masculino parou nas quartas de final, ficando bem perto de uma medalha histórica.

“Como eu sempre falo, a motivação vem de dentro, independentemente do torneio ou lugar. Precisamos entrar com a mentalidade que podemos ganhar vários jogos. Sem o Calderano fica mais complicado, mas tenho certeza que podemos surpreender várias equipes. Não vamos por meta de superar a campanha do ano passado, e sim pensando em como vencer cada jogo”.

www.cob.org.br
Comitê Olímpico do Brasil

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